DEPUTADA PETISTA USA FAKE NEWS CONTRA PREFEITURA DA SERRA E PASSA VERGONHA AO SER DESMENTIDA PELA PREFEITA
A deputada estadual petista Ana Paula Lima se envolveu em uma nova polêmica nas redes sociais ao divulgar uma acusação considerada falsa contra a Prefeitura de Lages. Em publicação recente, a parlamentar afirmou que o município estaria tentando esconder a logomarca do Governo Federal e do FNDE em kits escolares, insinuando que a administração estaria se apropriando politicamente de recursos federais.
O problema é que a acusação não se sustenta.
Segundo a Prefeitura de Lages, os mais de 15 mil kits de material escolar foram adquiridos com recursos próprios do município, sem uso de verbas federais ou emendas parlamentares. A única relação com o FNDE foi a adesão à ata de registro de preços procedimento legal, comum e amplamente utilizado por prefeituras em todo o país para garantir economia e agilidade nas compras públicas.
Ou seja: a ata é federal, mas o dinheiro é municipal.
Prefeita reage e desmente a deputada
Diante da repercussão do post, a prefeita Carmen Zanotto reagiu e desmentiu publicamente a deputada, classificando a publicação como desinformação.
Em nota, a Prefeitura repudiou a propagação de fake news e reafirmou o compromisso com a transparência e com a correta aplicação dos recursos públicos. O município deixou claro que não houve qualquer tentativa de esconder logomarca federal, simplesmente porque não houve investimento federal na compra dos kits.
Ata não é verba, mas narrativa política
O episódio escancara uma prática cada vez mais comum: confundir ou fingir confundir procedimentos administrativos com origem de recursos para criar narrativa política.
Usar uma ata do FNDE não transforma automaticamente uma compra em ação financiada pelo Governo Federal. A diferença é básica para qualquer gestor público, mas aparentemente ignorada ou distorcida pela deputada.
No fim, a tentativa de ataque político acabou se voltando contra quem acusou. A deputada publicou, a prefeitura respondeu, e o resultado foi um desmentido público que expôs a fragilidade da denúncia.
Mais um caso em que a pressa em lacrar nas redes sociais termina em constrangimento político.